A Lotus de Nanã
quinta-feira, 10 de março de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
LÓTUS
A FLOR DE LOTUS OU PADMA
A flor de Lótus é o símbolo supremo do Cosmo e do Ser Humano, determinando assim, Pureza e Perfeição Humana.
Mantém sua temperatura em torno de 35 graus, possui um sistema de autorregulação de calor, como os seres humanos e os mamíferos.
Suas folhas são auto-limpantes, tem a capacidade de repelir poeiras e micro-organismos.
Flor de Lótus (botão) – representa as possibilidades infinitas do Ser Humano
Flor de Lótus (aberta) – A criação do Universo. Os Chakras que são os Centros de Consciência do Corpo Humano estão representados como Flor de Lótus.
Cada cor determina o seu caráter individual.
O número de pétalas corresponde às suas funções.
A Flor de Lótus cresce e desenvolve-se na escuridão do lodo, emergindo para a superfície, abrindo as suas flores, permanece imaculada da água e da terra.
Raiz – vida material
Talo – vida astral
Flor – vida espiritual
Ela é a síntese viva do mais profundo e do mais elevado:
Incriado – Criado
Material(físico) – Imaterial (Espiritual)
Individualidade – Universalidade
Sansara (ilusão) –Nirvana (Iluminação)
Quando o Ser Humano vibraciona o Mantra OM MANI PADME HUM, os seus Corpos Sensoriais atingem a capacidade de silenciar a si mesmo de todo alarido exterior, é quando Unificado com o Seu Princípio, manifesta-se através do seu Corpo de Luz.
É o som da freqüência da consciência de todos os Budas, de todos os Universos, é o vibracionar dos 84.000 ensinamentos que é a identidade da personalidade dos Samadhis Búdicos.
OM – É o corpo sonoro do Absoluto, o qual tudo criou, do Alfa/omega.
DEUS O GRANDE ARQUITETO
É o Som Primordial de todos os Mantras.
Quando vibracionado gera nos corpos sensoriais a sua limpeza e purificação, interligando-se com o Principio da sua Essência Criadora, atinge a capacidade de manifestar-se através do Seu Corpo de Luz.
MANI – significa jóia.
Simboliza a Senda para alcançar a iluminação, a consciência objetivada pelo reto proceder, determina a Plenitude de Si Mesmo.
PADME- Significa Lótus.
Como o Lótus que nasce da lama e dela não se contamina, o Ser Humano aprende a transcender a si mesmo, gera o discernimento, o vivenciar em consciência.
HUM – A pureza, que é a identidade daquele que atingiu a plenitude de vivenciar o eterno presente, é regida pela sabedoria que a faz manifestar-se através da unidade indivisível do qual tudo originou-se do Macrocosmo ao Microcosmo.
Além da limitação da temporalidade: DEUS O GRANDE ARQUITETO
A flor de lótus tem muitos significados poderosos na religião budista. Por exemplo, um botão de lótus simboliza os seres que não atingiram a iluminação, todavia quando os ensinamentos budistas começam a se consolidar internamente, então a flor abre e um indivíduo se ilumina. Esta é a razão porque Buda senta em uma flor aberta de lótus.
As cores das flores também tem seus significados diferentes.
LÓTUS BRANCA – representa a total pureza da mente e perfeição espiritual. Normalmente tem 8 pétalas que correspondem ao caminho da óctupla senda. Ela é tipicamente associada às flores dos Budas.
LÓTUS VERMELHA – simboliza a natureza original do coração. É a lótus de muitas qualidades do coração, incluindo o amor, compaixão e paixão. Ë a lótus de Avalokitesvara, O Buda da Compaixão.
LÓTUS AZUL – representa a vitória do espírito sobre os sentidos. É a vitória da inteligência, sabedoria e conhecimento. A Lótus azul nunca está totalmente aberta e seu miolo nunca é visto.
LÓTUS ROSA – facilmente confundida com a lótus branca, a lótus rosa é a Lótus de todas as lótus. É suprema e reservada para as mais altas divindades. É a lótus tradicional do Buda Histórico.
A flor de Lótus é o símbolo supremo do Cosmo e do Ser Humano, determinando assim, Pureza e Perfeição Humana.
Mantém sua temperatura em torno de 35 graus, possui um sistema de autorregulação de calor, como os seres humanos e os mamíferos.
Suas folhas são auto-limpantes, tem a capacidade de repelir poeiras e micro-organismos.
Flor de Lótus (botão) – representa as possibilidades infinitas do Ser Humano
Flor de Lótus (aberta) – A criação do Universo. Os Chakras que são os Centros de Consciência do Corpo Humano estão representados como Flor de Lótus.
Cada cor determina o seu caráter individual.
O número de pétalas corresponde às suas funções.
A Flor de Lótus cresce e desenvolve-se na escuridão do lodo, emergindo para a superfície, abrindo as suas flores, permanece imaculada da água e da terra.
Raiz – vida material
Talo – vida astral
Flor – vida espiritual
Ela é a síntese viva do mais profundo e do mais elevado:
Incriado – Criado
Material(físico) – Imaterial (Espiritual)
Individualidade – Universalidade
Sansara (ilusão) –Nirvana (Iluminação)
Quando o Ser Humano vibraciona o Mantra OM MANI PADME HUM, os seus Corpos Sensoriais atingem a capacidade de silenciar a si mesmo de todo alarido exterior, é quando Unificado com o Seu Princípio, manifesta-se através do seu Corpo de Luz.
É o som da freqüência da consciência de todos os Budas, de todos os Universos, é o vibracionar dos 84.000 ensinamentos que é a identidade da personalidade dos Samadhis Búdicos.
OM – É o corpo sonoro do Absoluto, o qual tudo criou, do Alfa/omega.
DEUS O GRANDE ARQUITETO
É o Som Primordial de todos os Mantras.
Quando vibracionado gera nos corpos sensoriais a sua limpeza e purificação, interligando-se com o Principio da sua Essência Criadora, atinge a capacidade de manifestar-se através do Seu Corpo de Luz.
MANI – significa jóia.
Simboliza a Senda para alcançar a iluminação, a consciência objetivada pelo reto proceder, determina a Plenitude de Si Mesmo.
PADME- Significa Lótus.
Como o Lótus que nasce da lama e dela não se contamina, o Ser Humano aprende a transcender a si mesmo, gera o discernimento, o vivenciar em consciência.
HUM – A pureza, que é a identidade daquele que atingiu a plenitude de vivenciar o eterno presente, é regida pela sabedoria que a faz manifestar-se através da unidade indivisível do qual tudo originou-se do Macrocosmo ao Microcosmo.
Além da limitação da temporalidade: DEUS O GRANDE ARQUITETO
A flor de lótus tem muitos significados poderosos na religião budista. Por exemplo, um botão de lótus simboliza os seres que não atingiram a iluminação, todavia quando os ensinamentos budistas começam a se consolidar internamente, então a flor abre e um indivíduo se ilumina. Esta é a razão porque Buda senta em uma flor aberta de lótus.
As cores das flores também tem seus significados diferentes.
LÓTUS BRANCA – representa a total pureza da mente e perfeição espiritual. Normalmente tem 8 pétalas que correspondem ao caminho da óctupla senda. Ela é tipicamente associada às flores dos Budas.
LÓTUS VERMELHA – simboliza a natureza original do coração. É a lótus de muitas qualidades do coração, incluindo o amor, compaixão e paixão. Ë a lótus de Avalokitesvara, O Buda da Compaixão.
LÓTUS AZUL – representa a vitória do espírito sobre os sentidos. É a vitória da inteligência, sabedoria e conhecimento. A Lótus azul nunca está totalmente aberta e seu miolo nunca é visto.
LÓTUS ROSA – facilmente confundida com a lótus branca, a lótus rosa é a Lótus de todas as lótus. É suprema e reservada para as mais altas divindades. É a lótus tradicional do Buda Histórico.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
8 Vezes Deus da justiça
De Jairo Pereira
Perguntei ao Deus da justiça
O que de nós seria
Que vida e destino
Qual chance
Ele me disse
Não pense, viva
Então por 8 vezes vivi
E cresci
8 anos caminhei
Pra chegar até aqui
Deus da justiça é sábio
E sabe eleger
Que seja pela dor
Mas nunca pela falta de amor
E onde nada crescia
Brotou a flor
Como entender
O que nunca precisou ser explicado
Como querer
O que sempre foi nosso
8 anos caminhei até aqui
Nem sempre certo
Na maioria errado
Mas vim
Deus da justiça mostrou o caminho
E dele jamais sai
Mesmo que outros caminhos tenham se aberto
Eis o livre arbítrio a impulsionar
E por 8 vezes disse seu nome
E o louvei diante a uma pedreira
Me banhei com seu amor
Nesta sua cachoeira
Ele seu castigo teve
Por julgar sem olhar pra dentro
Mas diante do espelho
Viu o seu maior erro
Deus da Justiça cantou
E ali ouvimos, nos dois, sentados
Percebi que todo caminho percorrido
Nunca foi um fardo
Então por 8 anos caminhei
Pra chegarmos aqui
Todo sofrimento existiu
E nunca deixara de existir
Pois essa é a canção do existir
De um Deus que põe pra dormir seu filho
Como o mar que bate na rocha
E a ventania.
E vivemos cercados de nomes
Sem medo e as vezes sem nada
Então ele assoprava
E mais uma vez nos impulsionava
Como as 8 letras de seu nome de família
As loucuras de menina
E a continuação que nasceu em flor
8
Deus da justiça
Do martelo
Do beneficio
Da morte e vida
Tu sabes que não ha caminho sem dor
Ou dor sem o beneficio da felicidade
Se sentença é o castigo dos covardes
Mas nada se paga em vão
8 anos tendo as veias entrelaçadas
E mesmo quando elas se partem
Nunca deixam de existir
Se refazem
Só ele sabe
O senhor da culpa
Das ida e vindas
Da eternidade
Caô Cabecilê
De joelhos te vejo
De joelhos te ouço
E reverencio
Só você sabe de que somos feitos
E se for de seu desejo
Que nossas vidas sejam feitas de poesia
E magia.
Que sua justiça seja feita
Que sua voz não nos erre
Que suas vontades sejam minhas vestes
Que eu esteja sempre em harmonia
Foram 8 pra chegar
Poucos de sair
Muito ar pra respirar
E força.
Deus da justiça de todos os homens
Obrigado pela sua mão certeira
Pela oportunidade
Pelas vidas
Seu numero hoje é lei
Nossos rumos se deram até aqui
Que nunca nos falte aquilo que temos
Com tantas coisas a existir
Que seja assim
Mesmo quando não é
Que seja o que for
Mas pra sempre seja.
Deus da Justiça
Agô.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
Perispírito
O perispírito é o molde fluídico, a "idéia diretriz" , o "esqueleto astral" ou o "modelo organizador biológico" do corpo carnal.
A origem do perispírito está no fluido universal. O ponto de partida do fluido universal é a pureza absoluta, da qual nada nos pode dar idéia; o ponto oposto é a sua transformação em matéria tangível, adquirindo diversos graus de condensação. O perispírito é uma dessas transformações, mas sob a forma de matéria quintessenciada, ou seja, não perceptível aos olhos carnais. Assim, o perispírito, ou corpo fluídico dos Espíritos, é um dos mais importantes produtos do fluido cósmico; é uma condensação desse fluido em torno de um foco de inteligência ou alma. O corpo carnal também tem seu princípio de origem nesse mesmo fluido condensado e transformado em matéria tangível. No perispírito, a transformação molecular se opera diferentemente, porquanto o fluido conserva a sua imponderabilidade e suas qualidades etéreas. A natureza do envoltório fluídico está sempre em relação com o grau de adiantamento moral do Espírito. (Kardec, 1975, cap. XIV, item 7)
Sabemos que o Espírito acompanhado de seu perispírito começa a se ligar ao corpo físico do reencarnante desde o começo da vida embrionária. Como esboço fluídico que é, o Perispírito vai orientando a divisão celular, ou seja, a sua união com o princípio vito-material do germe. Como campo eletromagnético que é, pode, por isso, ser comparado ao campo do ímã, quando orienta a disposição da limalha de ferro. (Lex, 1993, p. 49 a 54)
O Espírito Emmanuel, designa o Perispírito como “campo eletro-magnético, em circuito fechado, composto de gases rarefeitos” (gases que se desfazem ou diminuem de intensidade).
DENOMINAÇÕES DO PERISPÍRITO
Há inúmeras, em várias épocas, conforme a Filosofia: nas eras primitivas, Corpo-Sombra; para os indianos, Liga Sharira; no antigo Egito, Ká; para a Teosofia, Corpo Astral; segundo Paulo de Tarso, Corpo Celeste; para a Filosofia do Século XIX, Mediador Plástico; e, finalmente para o Espiritismo, é o Perispírito.
Viagem astral.
Cada um tem uma idéia original sobre o que é o sonho, segundo Freud “O sonho é a estrada real que conduz ao inconsciente”.
Algumas vezes, os sonhos variam de pessoa para pessoa, nós conseguimos lembrar tudo o que aconteceu com maior ou menor nitidez, dependendo da nossa necessidade. Outros até conseguem determinar o que fazer quando sair do corpo, mantendo uma relativa consciência. De qualquer forma, guardaremos sempre a lembrança subconsciente dos lugares onde freqüentamos e das pessoas com quem conversamos o que explica porque às vezes certas cenas na vigília nos são familiares, como se já as tivéssemos vivenciado. Este fenômeno é conhecido como déjàvu.
As viagens astrais podem acorrer involuntariamente, por motivos como stress cansaço e desgaste emocional o espírito procura o plano astral sem que você deseje isso, mas há também as viagens que você mesmo projeta através de fixar um lugar e uma pessoa que você gostaria de encontrar, você pode escrever isso em um papel e mentalizar depois.
Entre as formas de projetar o corpo também a formas de impedir essa projeção, a chamada catalepsia astral, onde nosso corpo terreno impede a movimentação do corpo astral, é um fenômeno natural que ocorre todas as noites sem que seja notado, ou seja, ele termina antes que nossa consciência desperte, mas é claro que há casos onde ela se desperta antes que o estado de catalepsia termine, assim emitindo uma perturbante sensação de paralisia, onde não podemos mover os membros gritar ou enxergar com clareza, essa é a transição do sono profundo para o estado de vigília, tendo apenas alguns segundos de duração.
Pesquisa: http://www.espiritismo.net/content,0,0,274,0,0.html.
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